2022, o ano das aquisições?
O ano de 2022 mal começou e já tivemos três grandes aquisições no mundo dos games. A primeira delas envolvendo a aquisição da Zynga pela Take-Two; em seguida, tivemos a maior aquisição do mundo dos games feita pela Microsoft ao comprar a Activision/ Blizzard; e ontem (31), a Sony anunciou que adquiriu a Bungie como sua subsidiária pela bagatela de 3,6 bilhões de dólares. Dito isso, após a mais recente aquisição no mundo dos games, o anfitrião do The Game Awards, Geoff Keighley, foi ao Twitter dizer que ainda há mais aquisições, em seus estágios finais de negociação, para acontecer.
“Ouvi de várias pessoas: Como você pode suspeitar, existem alguns outros grandes negócios de videogames nos estágios finais das negociações. Vai ser um ano interessante!”
Em outro post, Geoff se diz muito cético quanto ao rumo desta nova tendência da indústria de games.
Mas afinal, é benéfico essa recente onda de aquisições?
Particularmente, as aquisições de empresas/estúdios tem dois caminhos: expandir seu portfólio ou criar exclusividades. Assim, no caso da Microsoft e Sony, o motivo de tamanhos investimentos em aquisições é para fortalecer sua exclusividade e dar mais opções de franquia e IPs para sua comunidade.
Dito isso, conforme essa tendência se torna crescente, o caminho da exclusividade se torna mais forte dentro da indústria de games, que por um lado tornará as marcas, como Xbox e PlayStation, mais fortes na hora de vender seus hardwares. Por outro lado, estúdios que outrora faziam a alegria de todos independente da plataforma, perderão partes de suas comunidades em prol de satisfazer apenas uma. Mas claro, é apenas uma opinião deste que vos escreve.
Mas afinal, qual sua opinião sobre isso? Deixe nos comentários! Por fim, acompanhe tudo que está acontecendo no mundo dos games clicando aqui.
Fonte: Twitter
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